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O Protótipo dos Esquerdistas

Ele se chama de pensador crítico, mas nunca teve um pensamento original. Ela se chama de corajosa, mas só ousa dizer aquilo com que sua tribo já concorda.

Raramente são estáveis. Famílias destruídas, relacionamentos destruídos, uma relação destruída com a realidade. Muitas vezes sem filhos, ou com filhos que usam como adereços políticos. Suas carreiras ou não existem, ou estão ancoradas no setor público, em ONGs, universidades ou na mídia. Lugares onde você é recompensado por repetir as frases certas, não por produzir algo de valor.

Eles são outsiders. Não porque o mundo os rejeitou, mas porque nunca conseguiram encontrar seu lugar no normal. A família, a fé, a nação, a comunidade, a vida comum… tudo isso é pequeno demais para eles. Ou melhor, é grande demais. Eles não conseguem lidar com isso. Então passam a odiar.

Eles se encontram porque não conseguem encontrar mais ninguém. Um agrupamento de almas ofendidas refletindo a raiva umas das outras e chamando isso de solidariedade.

Eles precisam de inimigos para se sentirem vivos. O homem branco. O cristão. O judeu. O patriota. A mãe que escolhe o lar. O pai que escolhe a família. Tudo o que é saudável precisa ser destruído, porque lembra tudo aquilo que eles não são.

Eles são a aristocracia do vitimismo. Identidade construída sobre feridas, status medido pela marginalização. Quanto mais destruído, mais poder. É por isso que inventam novas ofensas toda semana. Sem ofensa, não há identidade. Sem inimigo, não há significado.

E é por isso que são perigosos. Um ser humano sem a própria vida, sem amor verdadeiro, sem Deus, sem responsabilidade… essa pessoa sempre buscará poder sobre os outros. Eles não conseguem construir. Só conseguem destruir. Essa é sua única capacidade produtiva.

A história já os viu antes. Maximilien Robespierre. Guardas Vermelhos. Stasi. Nunca são os fortes, os livres, os amorosos que constroem guilhotinas. São os vazios.

Neste momento, no Ocidente, em 2026, a esquerda institucional é a mais perigosa, porque detém o poder.

A extrema direita grita das margens. A esquerda escreve as leis, controla as escolas, define a linguagem, decide quem pode dizer o quê.

Eles são minoria. A esquerda ativista radical representa apenas de 8% a 15% da população no Ocidente. Mas domina, porque é impulsionada pela mídia, pelas universidades, pelas ONGs, pelas instituições culturais e por grande parte do aparato público.

A voz deles parece maior do que realmente é, porque capturaram os microfones, não os corações.

A maioria popular no Ocidente está se movendo para a direita, em direção à tradição, às fronteiras, ao senso comum. É por isso que a esquerda está se tornando cada vez mais agressiva e fala tanto sobre “a democracia estar sob ameaça”.

Mas o que realmente querem dizer é que o monopólio deles está sob ameaça.

Eu consigo entender por que estão tensos ultimamente. Porque quando o povo se levantar — e nós vamos — eles serão arrancados pela raiz e jogados na lata de lixo da história, onde pertencem.
Traduzido de Krisztina Maria

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